Mostrando postagens com marcador DRAMA/MUSICAL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DRAMA/MUSICAL. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de maio de 2011

NASHVILLE [EUA-1975]


Diretor: Robert Altman
Elenco: Karen Black, Ronee Blakley, Keith Carradine, Geraldine Chaplin.
Produção: Robert Altman
Roteiro: Joan Tewkesbury
Fotografia: Paul Lohman
Trilha Sonora: Arlene Barnett
Duração: 159 min.
Ano: 1975
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido

Sinopse

O filme conta a história de várias pessoas ligadas pela indústria musical em Nashville, como Barbara Jean (Ronee Blakley), rainha da música na cidade, e Opal (Geraldine Chaplin), jornalista britânico. A história deles e a de muitos outros irão se cruzar em um ambiente dramático, agravado pela instabilidade política e social da época.


segunda-feira, 18 de abril de 2011

CAZUZA - O TEMPO NÃO PÁRA [BRA-2004]


Diretor: Walter Carvalho, Sandra Werneck
Elenco: Daniel de Oliveira, Andréa Beltrão, Débora Falabella, Reginaldo Farias, André Gonçalves, Marieta Severo, Leandra Leal.
Produção: Daniel Filho
Roteiro: Fernando Bonassi, Victor Navas
Trilha Sonora: Cazuza, Guto Graça Mello
Duração: 98 min.
Ano: 2004
País: Brasil
Gênero: Drama
Cor: Colorido


Sinopse

Sob a lona do Circo Voador, um jovem muito maquiado canta uma música em inglês. Poderia ser apenas mais um entre inúmeros aspirantes ao sucesso que se apresentavam no espaço mais democrático da época. No entanto, Cazuza não ficaria muito tempo na tribo dos talentos promissores.
Instável e desafiador, mas também extremamente sedutor, ele vivia sua confortável vida de garoto da Zona Sul sob a cerrada vigilância da mãe. Mas Cazuza queria mais – na verdade, queria muito mais. Cazuza queria tudo, ao mesmo tempo, em um agora permanente.
Sua urgência transgressora que não conhecia limites e se refletia em todas as áreas de sua vida – nas relações afetivas, nas novas experiências, no amor pelo perigo, na criação artística. E ele logo descobriu que a música era a melhor maneira de expressar essa urgência que não tinha começo, não tinha fim, não tinha foco. Cazuza vivia tudo ao mesmo tempo ao lado de sua tchurma – uma tchurma eclética e heterogênea que refletia vários lados de sua própria personalidade.
O encontro com os Barões – o guitarrista Roberto Frejat, o baixista Dé, o baterista Guto Gofi, o tecladista Maurício - músicos de sua idade a procura de um novo som, foi a primeira etapa de sua vitoriosa carreira de letrista. Junto com os Barões, Cazuza viaja, conhece o Brasil, vive novos afetos. Para atenuar a intensificação de conflitos familiares, é intimado a trabalhar com o pai, diretor de uma gravadora, onde conhece Zeca, produtor musical experiente, que se transforma em uma espécie de guru que lhe apresenta novos autores e poetas.
O jovem inquieto passa a surpreender com letras de alta densidade poética, que definiam sentimentos e idéias para a sua própria geração, até então, sem porta-voz. A apoteótica apresentação do Barão Vermelho no 1o Rock in Rio em 1985 era a prova de que aqueles jovens que cresceram sob a ditadura podiam finalmente cantar “para o dia nascer feliz”.
O sucesso, no entanto, não domesticou as arestas do novo ídolo. Viver cada vez mais intensamente, romper limites, correr todos os riscos faziam parte de seu show cotidiano, monitorado, na medida do possível, por uma mãe atenta e preocupada, mas também orgulhosa do talento do filho que adorava acima de tudo. A falta de regras se incluía na seleção de repertório, e ele surpreendeu novamente, por exemplo, ao cantar “As rosas não falam”, de Cartola, uma opção inesperada para um roqueiro.
O diagnóstico de que era portador do vírus HIV foi recebido pelo jovem artista com desespero, seguido da busca de novas formas de tratamento para uma doença que na época representava uma sentença de morte a curtíssimo prazo. E foi justamente sob esta condenação que Cazuza deu provas de uma coragem sem precedentes no país: expôs a doença e sua deterioração física, apresentou-se em público em shows comoventes, não abriu mão dos poucos prazeres que lhe restavam, disposto a viver o tempo que tivesse como sempre quis: fiel a si mesmo e aos seus sentimentos. No curto futuro duvidoso que viveu, Cazuza nunca mentiu para si mesmo ou para as pessoas que amava.
Cazuza morreu em 1990 aos 32 anos.

 

sábado, 9 de abril de 2011

THE RUNAWAYS - AS GAROTAS DO ROCK [EUA-2010]


Diretor: Floria Sigismondi
Elenco: Kristen Stewart, Dakota Fanning, Alia Shawkat, Scout Taylor-Compton, Michael Shannon, Tatum O'Neal, Johnny Lewis, Robert Romanus.
Produção: Joan Jett, Kenny Laguna, Brian Young
Roteiro: Floria Sigismondi
Fotografia: Benoît Debie
Duração: 105 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido


Sinopse

Los Angeles, 1975: Joan Jett (Kristen Stewart) e Cherie Currie (Dakota Fanning) são duas adolescentes com sangue punk em suas veias que se tornam o coração e a alma da banda The Runaways. Mas o que a ingenuidade delas não permitia acreditar é que a banda entraria para o hall dos astros do rock, se tornando a lendária banda que abriu as portas para as futuras gerações de meninas roqueiras.
A diretora Floria Sigismondi conta a história do extraordinário grupo, que surgiu da rebeldia do sul da Califórnia, sob a influência do nada ortodoxo empresário Kim Fowley (Michael Shannon). Com ele, o grupo evoluiu rapidamente, vivendo de forma ultrajante, como uma família de desajustados. Mesmo com talento ainda cru, a banda ganhou notoriedade chamando atenção pelas suas maiores qualidades: o puro rock’n’roll do coração de Joan e o visual de Cherie, que mistura a sensualidade de David Bowie e Brigitte Bardot.

 

segunda-feira, 7 de março de 2011

THE DOORS - O Filme ( Dublado) - 1991


THE DOORS  - O Filme ( Dublado) - 1991

Uma das mais sensuais e excitantes figuras da história do Rock explode nas telas em The Doors, um filme eletrizante sobre o homem, o mito, a música e a magia que foi Jim Morrison. Morrison (Val Kilmer), deus do sexo. Alto Sacerdote do excesso. Um poeta disfarçado na pele de um astro do Rock. As mulheres o desejam, os homens desejam ser como ele. Numa época chamada anos 60, num lugar chamado Estados Unidos, nenhum sonho era mais brilhante do que ser o líder de uma banda de Rock chamada The Doors.