segunda-feira, 4 de julho de 2011

CHARLTON HESTON


Charlton Heston

John Charlton Carter nasceu em Illinois, em 4 de outubro de 1924. Demonstrou interesse pelo teatro desde criança, e ainda jovem se inscreveu em cursos. Em um desses conheceu Lydiua Marie Clarke, que viria a se tornar sua esposa com quem teve dois filhos. Os dois trabalharam em várias peças, dentre elas uma montagem de "Antonio e Cleopatra". Seu primeiro filme foi "Julius Caesar" (1949), dirigido por David Bradley. O filme lhe abriu caminho para o sucesso. Antes os dois haviam trabalhado juntos em PErr Gynt (1942).
Dentre seus filmes de sucesso estão "O maior espetáculo da Terra" ("The greatest show on earth" - 1951), de Cecil B. DeMille; "A selva nua " ("The Naked Jungle" - 1954), de Byron Haskin; "O segredo dos incas" ("The secret of the Incas" - 1954), de J. Hopper; "Aventura sangrenta " ("Far horizons" - 1955), "Os dez mandamentos" ("The ten commandments" - 1956), de C. B. DeMille, e "A marca da maldade" ("Touch of Evil" - 1958), de Orson Welles, Ben-Hur (1960) e El Cid (1961).
Sua filmografia durante os anos 60 se completa com filmes como "55 dias em Peking" ("55 Days at Peking" - 1963) - com Ava Gardner -, "Agonia e êxtase" ("The agony and the ecstasy" - 1965) - baseado no romance de Irving Stone e no qual encarnou o papel de Michelangelo -, "O senhor da guerra" ("The war Lord" - 1965) - ambientado na Normandia do século XI -, "Khartoum" (1966) - junto a sir Laurence Olivier -, e "O planeta dos macacos" ("The planet of de apes" - 1968).
A estes, seguiram outros papéis históricos, com "O senhor das ilhas" ("The Hawaiians" - 1970) - sobre um magnata de plantações no Havaí -, e "À sombra das pirâmides" ("Antony and Cleopatra" - 1973).
Também trabalhou em "Os três mosqueteiros" ("The three musketeers" - 1974) - em que fez o cardeal Richelieu -, "Aeroporto 75" ("Airport 1975" - 1974), "Terremoto" ("Earthquake" - 1974) - com Ava Gardner -, entre outros filmes.
Junto com sua figura artística, que se completa com outras 70 obras de teatro e seis livros, Heston também teve uma forte faceta política, sendo conhecido como o último bastião dos conservadores em Hollywood. O ator morreu aos 84 anos em sua casa, cercado pela esposa e filhos.





INGRID BERGMAN


Ingris Bergman

Filha de pai sueco e mãe alemã, Ingrid Bergman estudou na Escola de Arte Dramática de Estocolmo. Estreou em 1932, em “Lanskamp”. Depois de estrelar 9 filmes, em 1939 já famosa em seu país, foi levada para Hollywood por David Selznick, que a queria num remake de “Intermezzo”, co-protagonizado por Leslie Howard.
O seu tipo elegante, a fazia versátil para interpretar os diversos papéis, indo desde mulheres simples (O médico e o monstro), heroínas (Joana D’arc) a princesas (Anastácia).
Ao longo da carreira arrebatou 3 Oscars com “À meia luz” (1944), Anastácia (1956) e “Assassinato no Orient Express” (1974). Mas o papel que mais a fez conhecida foi mesmo em Casablanca, romance ambientado na cidade homônima, em que dividiu a cena com o não menos aclamado humphrey bogard. A história do amor impossível que rendeu uma das cenas mais inesquecíveis do cinema: o final, na névoa do aeroporto.
Dentre seus maiores sucessos, além dos já citados Casablanca e Anastácia, podemos também citar “Por quem os sinos dobram” com o qual foi indicada ao Oscar. Trabalhou com Hitchcock em dois filmes, “Quando fala o coração” e “Interlúdio”. Com o diretor italiano Luchino Visconte fez a comédia “Nós as mulheres”. Ao filmar “Sonata de Outono” (1978) já sofria do mal que lhe acometeria: câncer, aos 67 anos, na data de seu aniversário.

 



JOAN FONTAINE


Joan Fontaine

Joan de Beauvoir de Havilland, nasceu em 22 de outubro de 1917, em Toquio. Aos 15 anos foi apresentada a atriz May Robson, e usou o sobrenome de solteira da mãe, Fontaine, para diferir do usado por sua irmã, a também atriz Olivia de Havilland.
Em 1935 estrelou no teatro “Kind Lady” e “Call It a Day”. Durante a apresentação, recebeu um convite de Jesse Lasky, para trabalhar para a RKO, no filme “No more ladies”. No ano seguinte, foi convidada para aparecer em um filme de Fred Astaire e Ginger Rogers (Senhora em desgraça), cujo título lhe caiu muito bem: o filme foi um fracasso de bilheteria e crítica. Joan não fez muito sucesso, após mais de 10 participações em filmes, e não teve seu contrato renovado em 1939.
Durante uma festa, conheceu o produtor David O. Selznick, e recebeu o convite para fazer um teste para “Rebecca”, que seria dirigido pelo diretor Alfred Hitchcock. Sucesso absoluto. Joan recebeu sua primeira indicação ao Oscar. Este só viria em “Suspicion”, em 1942, sendo indicada também por “De amor também se morre”.
Durante a década de 50 afastou-se gradativamente das telas. Virou empresária no ramo agro e passou a fazer participações esporádicas em séries televisivas e peças na Broadway. Em 1994 fez sua última participação, no filme televisivo “ood King Wencelas”.
Atualmente reside na Califórnia.

 



sábado, 2 de julho de 2011

BIQUINI CAVADAO AO VIVO [2005]


SET LIST

1. Chove chuva
2. Camila Camila
3. Carta aos missionários
4. Múmias
5. Toda forma de poder
6. Quando eu te encontrar
7. Janaína
8. Quanto tempo demora 1 mês
9. Dani
10. Vou te levar comigo
11. Cai água, cai barraco
12. Meu reino
13. Tédio
14. No mundo da lua
15. Timidez
16. Impossível
17. Vento ventania
18. Zé ninguém

MEGADETH [THAT ONE NIGHT LIVE IN BUENOS AIRES-2002]


SET LIST

1- Blackmail the Universe
2- Set the World Afire
3- Wake Up Dead
4- In My Darkest Hour
5- She Wolf
6- Reckoning Day
7- A Tout Le Monde
8- Hangar 18 & Return of Hangar
9- I’ll Be There
10- Tornado of Souls
11- Trust
12- Something I’m Not
13- Kick the Chair
14- Coming Home
15- Symphony of Destruction
16- Peace Sells
17- Holy Wars.. The Punishment Due
18- Symphony of Destruction 

AGONIA E EXTASE [EUA-1965]


Diretor: Carol Reed
Elenco: Charlton Heston, Rex Harrison, Diane Cilento, Harry Andrews, Alberto Lupo, Adolfo Celi, Venantino Venantini,John Stacy, Fausto Tozzi, Maxine Audley, Tomas Milian.
Produção: Carol Reed
Roteiro: Philip Dunne, Irving Stone
Fotografia: Leon Shamroy
Trilha Sonora: Jerry Goldsmith, Alex North, Franco Potenza
Duração: 138 min.
Ano: 1965
País: EUA
Gênero: Drama

Sinopse

Quando o Papa Júlio II (Harrison) encomenda a Michelangelo (Heston) a pintura do teto da Capela Sistina, o artista recusa a princípio. Virtualmente forçado por Júlio a fazer o trabalho, ele acaba por destruir sua obra e foge de Roma. Quando recomeça a pintura, o projeto se torna uma batalha de vontades alimentada pelas diferenças artísticas e de temperamento que são o ponto central deste filme. A vida e a genialidade do maior pintor e escultor renascentista, Michelangelo. A história é centrada na divergência entre o artista e o Papa Julio II, que encomendou a pintura do teto da Capela Sistina a Michelangelo em 1505. Um de seus trabalhos mais longos, Michelangelo ficou de 1508 a 1512 para narrar nove episódios do Gênese.

O PODEROSO CHEFAO [EUA-1972]


Diretor: Francis Ford Coppola
Elenco: Marlon Brando, Al Pacino, James Caan, John Cazale, Richard Conte, Robert Duvall, Diane Keaton.
Produção: Albert S. Ruddy
Roteiro: Francis Ford Coppola, Mario Puzo
Fotografia: Gordon Willis
Trilha Sonora: Nino Rota
Duração: 175 min.
Ano: 1972
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido

Sinopse

Apesar da violência, O Poderoso Chefão é primeiramente um filme sobre o poder da lealdade e do amor na família Corleone e na comunidade em que eles vivem. A história se inicia com o casamento de Connie (Talia Share), a filha de Don Corleone (Marlon Brando). Como um senhor feudal, ele recebe os cumprimentos e promessas de lealdade da família e de clientes. Os outros filhos de Corleone estão presentes: o sangue-quente Sony (James Caan), o mais velho que irá substitui-lo, e Fredo (John Cazale), que não se adequa aos negócios da família. O preferido de Corleone é o filho mais novo, Michael (Al Pacino), que voltou como herói da II Guerra Mundial e não tem nenhum envolvimento com a máfia. Porém, devido à incapacidade do pai, se vê forçado a assumir a liderança da família, contrariando o que Corleone queria para seu futuro.